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Boas notícias!

Claro que gostamos de vos dar boas notícias, sobretudo quando estas são de êxitos dos nossos autores!

E a boa notícia de hoje é que mais 3 livros nossos foram incluídos na Lista do Plano Nacional de Leitura.

São eles:

A Estrela do Lapedo, texto de Ana Luísa Pleno Rajão e ilustrações de Bolota, da coleção Kids Pocket Books

[Literatura – dos 9-11 anos; dos 12-14 anos; Leitura fluente]

A Estrela do Lapedo é a primeira obra de Literatura Infanto-Juvenil de Ana Luísa Pleno Rajão. Pretendendo contar a curta vida de uma criança da Pré-História, baseada em factos reais suportados num formidável achado arqueológico, em 1998, perto de Leiria, é uma novela que toca temas atuais, como o respeito pela diferença, pela Natureza e a igualdade de género; mas, sobretudo, fala da cumplicidade e do amor profundo entre um pai e uma filha, independentemente do tempo histórico em que se vive. Tudo misturado de sonho e magia, pigmentos sem os quais a vida seria uma tela em branco.

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Diálogos com Ciência, contos de António Piedade e ilustrações de Maria Pimentel, da coleção Kids Pocket Books

[Literatura – Maiores de 18 anos;15-18 anos;12-14 anos; Leitura fluente; Leitura mediana]

António Piedade começa por um diálogo sobre um aniversário entre uma menina de doze anos e o seu avô, no qual se mostra a intemporalidade das proposições matemáticas. No texto seguinte, uma mãe que, inquirida pela filha sobre o aparecimento dos peixinhos num lago, lhe explica a semelhança entre a sua história pessoal e a dos peixes que está a ver: “Na alvorada do teu quarto dia chegaste ao interior do meu útero, e, na partitura do teu desenvolvimento, já estavas no estado de blastocisto. Ou seja, tu eras um conjunto de mais de 64 células.”. No texto seguinte, assistimos à conversa entre Joana e o seu irmão mais velho sobre a sucessão das estações do ano na Terra… ou em Marte (“Há Primavera em Marte?”). Depois, é outra menina que resolve, no Dia Mundial da Música, ir escutar os sons da Natureza. No texto seguinte, “Cores do Outono”, não há diálogo, mas o leitor pode deliciar-se com uma descrição poético-científica da queda das folhas. Sente-se a presença de Gedeão, o autor de “Lágrima de Preta” em “O que tem a tua lágrima?”, um diálogo entre Rui e o seu tio. Depois, Patrícia interroga-se sobre os elementos químicos dentro de si: ela tem 33 quilogramas de moléculas de água, combinações de hidrogénio e oxigénio. A invocação de Gedeão volta em “O tio Antão”, uma conversa entre tio e sobrinho, no qual o primeiro transmite a ideia de movimento, por exemplo de um berlinde. Em “Um relógio que flui dentro de ti!”, Henrique observa ao microscópio uma gota de sangue, motivado por um artigo da Nature. Os dois textos que se seguem referem-se aos prémios Nobel de 2010 e 2011, apresentados sob a forma de metáforas ferroviárias. Na sequência surge Helena com uma flor na mão, um “bem-me-quer”, que é surpreendida por um amigo. No texto seguinte aparece o único personagem de fantasia, Etolas, o “arquitecto de minérios”. Na continuação dá-se um regresso à matemática, com o “Diálogo de zeros”, literalmente uma conversa entre zeros, e “Doze Anos”, onde Ana conta pelos dedos. Para terminar, o avô Jaime e os seus dois netos gémeos celebram os 60 anos ao mesmo tempo do avô e da estrutura do ADN, já que Jaime nasceu no ano, 1953,  em que Watson e Crick identificaram a famosa dupla hélice.

Eis um passeio muito diversificado pela ciência: aniversários, peixes, estações do ano, sons, folhas, lágrimas, água, berlindes, sangue, comboios, números e código genético. Convido os leitores, jovens ou menos jovens, a lerem estas mini-histórias. Ficarão decerto seduzidos pela ciência que está omnipresente no livro, reflectindo a ciência que está por todo o lado, tanto à nossa volta como dentro de nós. Somos uma parte do mundo e somos também, tanto quanto sabemos, a única parte do mundo que se encanta e se interroga sobre ele. O encanto e o questionamento vão em paralelo, como bem mostra António Piedade.

(In: Prefácio. Carlos Fiolhais)

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Roubar ao Mar, texto de Carmen Zita Ferreira e ilustrações de Alexandre Esgaio, da coleção Oito por um cordel.

[Literatura – dos 6-8 anos – dos 9-11 anos – Inicial – Mediana – Fluente]

Manuel nasceu numa pequena vila piscatória e, tal como a sua família, o pequeno foi iniciado pelo pai na arte da pesca com rede.

A certo ponto do seu crescimento, sempre em harmonia com a natureza, Manuel descobre que não quer ser pescador quando crescer, algo que o coloca inquieto e perdido.

A mãe acalma-o e avisa-lhe que a seu tempo descobrirá a sua vocação.

Não tardaria muito. Filho de pescador e descendente de piratas, Manuel enceta uma grande luta em defesa do ambiente.

A sua amiga Joana acompanha-o.

E tu, estás pronto para entrar no Clube dos Piratas do Ambiente?

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