Um fio de perplexidade

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Um livro de poemas escritos entre 2003 e 2004.

Poemas breves sobre um fundo negro, a adensar e, simultaneamente, a conduzir (qual fio de Ariadne) (pel)a perplexidade. Ou seja: um fio que conduz e amplia a irresolução, a hesitação, a dúvida, a ambiguidade…

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Descrição

Um livro de poemas escritos entre 2003 e 2004.

Poemas breves sobre um fundo negro, a adensar e, simultaneamente, a conduzir (qual fio de Ariadne) (pel)a perplexidade. Ou seja: um fio que conduz e amplia a irresolução, a hesitação, a dúvida, a ambiguidade…

 

FERNANDO AGUIAR

Nasceu em Lisboa, em 1956. Desde 1974 publicou 34 livros de poesia, contos, performance, infantis e antologias de poesia visual em Portugal, Espanha, Alemanha, Itália, Irlanda, Canadá, U.S.A., Inglaterra, Suécia e no Brasil. Foi incluído em 94 antologias literárias publicadas em 18 países e colaborou em mais de 800 jornais e revistas de arte e de literatura em 38 países.

Organizou coletâneas de Poesia Experimental Portuguesa para as seguintes publicações: “Jornal de Letras, Artes e Ideias” e “Encontro – suplemento do Comércio do Porto” (Portugal), “Postextual” (México), “DOC(K)S” (França), “Score” e “Visible Language” (U.S.A.), “Dimensão” (Brasil) e “Phayum” (Espanha).

Realizou 48 exposições individuais e participou em numerosas exposições coletivas.

Desde 1983 apresentou mais de 230 intervenções e performances poéticas em 120 Festivais

Internacionais e em Museus, Centros Culturais e Galerias de Arte de 26 países.

Apresentou palestras e participou em mesas-redondas em vários países, incluindo as Universidades de Bolonha, Cidade do México, Praga, Huelva, Berlim, Sevilha, Fortaleza, Lisboa, Belo horizonte, no Centre de Cultura Contemporània de Barcelona, Museu Coleção Berardo e no Museu d’Art Contemporani de Barcelona.

Organizou diversas exposições e Festivais de Poesia e de Performance em Portugal, Itália, França e no Brasil.

É autor do “Soneto Ecológico”, uma obra de poesia ambiental constituída por 70 árvores plantadas em 14 filas de 5 árvores (4+4+3+3), a rimar pelo género de árvore com que começa e termina cada fila, numa área aproximada de 110×36 metros, em Matosinhos, 2005.

Em 2010 apresentou obras do seu Arquivo de Poesia Experimental, em Abrantes, e desde 2016 tem organizado exposições individuais de Ana Hatherly com obras do Arquivo, nomeadamente na Fundação Portuguesa de Comunicações (Lisboa) e na Casa da Cerca – Centro de Arte Contemporânea (Almada). O Arquivo contém cerca de 2.500 obras originais de Poesia Visual, Livros de Artista, Mail-Art, Fluxus e Arte Conceptual.

 

Ano: 2019
Formato: 13.5 x 23
Nº de páginas: 216
ISBN: 978-989-8582-82-9

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